De realidade já basta o domingo ter acabado e a segunda-feira ameaçando mostrar sua cara feira daqui a algumas horas. Mas se tivesse de participar de algum reality show da TV, o único que eu não iria de jeito nenhum é “O Aprendiz”.

Logo eu, que faço de tudo para ninguém notar minha enrolação durante o expediente, forçado a trabalhar de verdade na frente de milhões de espectadores. Fala sério. Tenho menos o que fazer!

Pior do que isso é ter como chefe o Roberto Justus, que parece mais jovem do que você e pega a capa de Playboy preferida da sua coleção. Assim fica difícil falar mal do desgraçado. E trabalho onde não dá para enrolar ou falar mal do chefe é praticamente escravidão.

O Big Brother tem piscina, bebida liberada, uma porção de gostosas e o Pedro Bial para encher o saco nos intervalos. É quase um churrasco de confraternização de departamento em versão estendida. A diferença reside na eliminação dos participantes pelo público, e não pelo álcool.